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Escola de SP não separa alunos por séries e troca disciplinas por projetos
10/12/2012 12:03
10/12/2012 06h30 - Atualizado em 10/12/2012 06h30
Escola de SP não separa alunos por séries e troca disciplinas por projetos
Matemática e português e demais não são ensinados do modo convencional.
Rede municipal de SP tem dois modelos parecidos.
Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo

Sem a separação clássica de alunos por série ou carteiras enfileiradas na sala de aula, escolas de São Paulo têm inovado na maneira de ensinar crianças do ensino fundamental. Inspiradas no modelo da Escola da Ponte, uma instituição pública localizada no Porto, em Portugal, criada em 1970, as unidades investem numa metodologia que não prevê, por exemplo, ensinar matemática ou história da forma convencional.
As disciplinas são embutidas em projetos interdisciplinares que mostram o sentido de sua aplicação. Para aprender geografia, vale dar uma volta pela cidade e no entorno da escola. Os conceitos da química ou a física podem ser encontrados em uma oficina de culinária ou na prática de esportes. Na rede municipal de São Paulo, pelo menos duas escolas trabalham dessa maneira, é o caso da Campos Salles, localizada na Favela do Heliópolis, Zona Sul, e da Amorim Lima, no Butantã, Zona Oeste. Na rede particular, há a escola Lumiar, que também possui uma unidade pública, na cidade de Santo Antônio do Pinhal, próxima de Campos do Jordão.
A reportagem do G1 visitou a Lumiar, localizada na Rua Bela Cintra, em São Paulo, para entender as diferenças do projeto pedagógico, comparada ao modelo convencional. Lá, as carteiras são organizadas em forma de roda, os professores são os tutores e os mestres, que podem variar a cada bimestre.
Há assembleias semanais, onde todas as crianças falam sobre diversos temas da escola. Vale tudo, desde uma reclamação sobre um colega, elogios, até uma reivindicação para uma reforma. O uniforme não é obrigatório – exceto nas atividades externas, e o desempenho não é avaliado somente por meio de provas.
O espaço da escola se parece propositalmente com o de uma casa (Foto: Raul Zito/ G1)Os alunos aprendem todas as disciplinas obrigatórias previstas pela legislação. A diferença é elas vêm embutidas em projetos que englobam diversos temas e visam desenvolver mais do que uma habilidade de uma vez.
Neste último bimestre, por exemplo, parte dos alunos de São Paulo está aprendendo matemática por meio de um projeto chamado “a busca de equilíbrio nas formas”, que também introduz artes. História e geografia é ensinada, em um dos casos, através de visitas nos bairros de São Paulo e no entorno da escola. A escrita e a caligrafia são treinadas por contos criados pelas crianças que formam um livro em um outro projeto. A aula de música inclui até conceitos de biologia no projeto "os sons da floresta densa."
O colégio atende alunos da educação infantil e do fundamental que participam das atividades separados por ciclos. Assim as crianças de 6 a 8 anos estão no ciclo um; as de 9 a 11 no ciclo dois; e a de 12 a 14 anos no ciclo três. As aulas são chamadas de encontros que duram cerca de 50 minutos. Nos encontros os estudantes participam de projetos bimestrais que abordam diversas disciplinas e desenvolvem as habilidades.
Bernardo Falsitti, de 6 anos, aprova a metodologia diferente da escola (Foto: Raul Zito/ G1)Bernardo Falsitti Silveira, de 6 anos, é um dos 80 alunos. O menino diz que já sabe o que quer ser quando crescer: um diretor de cinema famoso. Escolheu a profissão após conhecer a arte em uma oficina de cinema na escola. “Aqui é diferente, você não precisa ficar sentado, quieto, olhando para frente. Eu gosto, nas outras escolas que estudei eu já chegava irritado”, afirma sem a mínima timidez, gesticulando e fazendo poses para ser fotografado.
Na unidade pública, em Santo Antônio do Pinhal, a Lumiar atende 41 alunos do bairro Lajeado, área rural de Santo Antônio do Pinhal, e recebe prioritariamente os estudantes desse entorno. A expectativa da secretaria municipal da educação é implantar a metodologia em 100% da rede pública, que abriga sete escolas e 1.513 estudantes, ao longo dos próximos anos.
‘Todas as ideias são possíveis’
Célia Senna, diretora pedagógica do Instituto Lumiar, diz que introduzida nos projetos todas as disciplinas são trabalhadas, de acordo com a faixa etária das crianças. Os projetos são se repetem e a matéria-prima para criá-los vem de sugestões nas salas de aula. “Trabalhamos dessa forma desde o ensino infantil, todas as ideias são possíveis, nada é descartado. Queremos desenvolver o interesse pelo aprendizado. Aprender dói, requer esforço, mas quando se mostra para que ele serve fica mais fácil.”
Os mestres são responsáveis pela aplicação do conteúdo específico das áreas, e se por caso, eles avaliarem que uma turma necessita de uma aula tradicional sobre fração ou equação isto pode ocorrer.
As mesas não estão enfileiradas para que os alunos trabalhem em roda (Foto: Raul Zito/ G1)“Não se trata de uma escola alternativa. Temos regras e cumprimos a legislação como qualquer outra escola. A diferença é que pensamos na aprendizagem personalizada, temos um olhar muito individualizado de cada aluno”, afirma Célia. “Alguém determinou que tem de existir a seriação. Por quê? Temos a coisa do ‘tem que’, uma criança com tantos anos ‘tem que’... Não funciona assim na educação, as pessoas têm diferenças de aprendizado”, complementa.
Para a diretora Marina Nordi Castellani, mais importante do que o aluno saber resolver uma equação é identificar se ele sabe organizar e se conhece o princípio que está por trás da fórmula.
O professor da faculdade de educação da Universidade de São Paulo (USP) Vitor Henrique Paro diz que é favorável às inovações pedagógicas desde que tenham base e não sigam modismos apenas. "A nossa escola de modo geral está atrasada, no século 15. É preciso revolucionar", afirma.
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Maquete - Pré Orientação
30/11/2012 10:04
Planta baixa - Estágio
23/11/2012 09:52Planta baixa do estágio.
Trabalho 3º Ciclo de Trabalhos
08/11/2012 10:16
UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO
PEDAGOGIA LICENCIATURA
Elisabete Ferreira 23649933; Elisangela Nascimento 22555243; Jessica Marciano 22568046 e Murilo Santos 22557555
PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
NARRAÇÃO DO 3º CICLO DE TRABALHOS
Trabalho sob orientação das Professoras Ms. Adriana Beatriz Botto Alves Vianna e Ms. Vania Aparecida Marques Leite.
Nosso após as devidas analises no estudo de caso temos a expor que referente ao caso Maria Fedida fica nítido em alguns trechos a presença de Vygotsky e Pedagogia de Projeto, como por exemplo:
Resolvida a problemática com as crianças desse tipo de reação propus a elas a questão: Por que a maria-fedida fede? Essa questão foi o disparador para o nosso estudo sobre insetos, que durou um semestre inteiro.
Neste trecho, segundo a pedagogia de projetos diz que a criança tem que vivênciar as situações problemas para que ela possa aprender e que segundo Vygotsky o professor tem que interferir neste aprendizado, dando pistas e auxiliando o aluno a compreender o estudado.
O sentimento de incapacidade de desenhar foi sendo substituído por comentários como “Eu aprendi com o Marcelo a fazer o gafanhoto”.
Neste trecho segundo Vygotsky a criança aprende com outra criança e este aprendizado se enraíza em seus pensamentos e no agir posteriormente, ou seja, a menina será capaz de desenhar um gafanhoto sozinha, logo que aprendeu com o amigo, salientando ainda que o educando teve a oportunidade de expressar suas ideias, conhecimentos e questões sobre o tema escolhido em grupo.
Completando que a criança já nasce num mundo "pronto" por outros que antecederam a ela (o que particularmente, eu concordo), ele diz que começa uma vida em meio a objetos e fenômenos já criados e vão se apropriando desse mundo conforme vão se relacionando socialmente, esse trecho do texto é claro quando relata que algumas crianças ficaram descontentes com o resultado de seus desenhos que não ficou igual à ilustração já vista.
A criança precisa encontrar na escola seu espaço e sua representação diante do mundo, valorizando a experiência social para discutir e confrontar suas próprias visões com a visão do mundo. (Pedagogia de Projetos)
Propusemos, então, o trabalho em conjunto, que favoreceu a comparação entre os insetos e a atenção aos detalhes particulares de cada tipo, a troca de técnicas, de modos de desenhar, entre os mais e os menos habilidosos, a troca de informações ("presta atenção, aqui do lado do corpo tem um furinho"), enfim, a busca conjunta de um desenho mais apurado e um grande conjunto de questões.
Segundo Vygotsky "o homem transforma o meio através de seu trabalho", tudo o que é especificamente humano o distingue de outras espécies e de outros humanos, mas só ocorre quando ele (o homem) se relaciona socialmente, logo que neste projeto é o momento de o educador desafiar o grupo propondo-lhe questões relevantes cujas respostas sejam encontradas por meio de situações que possam gerar aprendizagem, a troca de experiências se ensina e aprende, ajuda no desenvolvimento, assim reconhecendo a necessidade do trabalho em conjunto.
1. Bibliografia: Olhar de Professor, vol. 7, número 002, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Pedagogia de Projetos: Uma proposta de Trabalho no Ensinar e Aprender de Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita e Marcelina Gonzaga de Luna.
2. FONTANA, Roseli; CRUZ, Nazaré. Psicologia e Trabalho pedagógico. São Paulo. Atual 2003.
3. OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky - Aprendizado e Desenvovimento - São Paulo. SCIPIONE 2000.
Entrega das Atividades
26/10/2012 00:27
O grupo trabalhando...
20/10/2012 17:40








Brinquedoteca - Um mergulho no Brincar
04/10/2012 00:46A Brinquedoteca não existe para distrair as crianças, ela reporta-se à formação do ser humano integral e aos vários períodos da vida que ele atravessa.

Associação Brasileira de Brinquedotecas
04/10/2012 00:24
Seus objetivos são:
• Divulgar o conceito de Brinquedoteca;
• Evidenciar a importância do brincar e das atividades lúdicas na infância;
• Fornecer subsídios e orientação para pessoas interessadas em montar
Brinquedotecas;
• Promover cursos para a conscientização do valor do brinquedo no desenvolvimento infantil, para organização de Brinquedotecas, para preparação de profissionais especializados e para a orientação educacional aos pais e familiares;
• Manter um banco de dados e uma biblioteca sobre brinquedos e Brinquedotecas;
• Estimular a criação de Brinquedotecas e o resgate da criatividade;
• Realizar projetos que estendam a possibilidade de brincar a todas as crianças; e
• Defender o direito das crianças a uma infância saudável e digna.

Casa Redonda - Centro de Estudos
04/10/2012 00:14
Teorias de Piaget como ocorre o desenvolvimento do conhecimento.
Sensório x Motor
Sensação x Movimento
Piaget dividiu em 4 estagios.
Sensório Motor
Pré- operatório
Operatório
Operatório Formal
Egocentrismo é diferente de egoísmo.A educação perfeita deve abordar :
O conhecimento Físico,
O conhecimento lógico matemático, Social e o conhecimento.

Síntese da Organização do Trabalho Pedagógico - 1º Parte
03/10/2012 19:55
Cronograma
03\10 Síntese OTP
04\10 Síntese PSICOLOGIA
10\10 Síntese OTP
11\10 Síntese PSICOLOGIA
17\10 Prova AI
OTP - Na década de 70 era chamado de didática,no curso de magistério (técnico) focado extremamente no fazer.
Os modelos de desenhos eram péssimos,se o aluno interpretasse o desenho dizendo que era um olho e fosse uma bala era dado como errado,a professora não levava em consideração que a criança escreveu.
Dica:Se formos trabalhar com imagem,devemos utilizar a de revista.Não devemos aplicar modelos prontos por conta da interpretação.
.Antigamente com mais frequência os alunos pediam exemplos, modelos nos tempos de hoje existem revistas, blogger especializado no assunto,porém não se pensam para que turma,que realidade foi pensado esta atividade,para que escola?Pois cada escola tem uma autonomia para escrever a sua proposta pedagógica, por cada escola esta em um lugar, em uma comunidade.
.Nossa diferença no mercado de trabalho é inovar nas atividades, devidamente apropriada para a realidade escolar.
.Textos de conteúdo (0-5) não faz sentido para as crianças nesta faixa etária,não podemos ser reprodutores de conhecimento (informação) pois nós tornaríamos escravos da apostila, nossa formação define que devemos propor propostas sérias, bem fundamentadas, para que haja veracidade em nossas atitudes, com base até mesmo em conhecimentos científicos.
.Cerimônia da entrega do primeiro livro, antigamente era utilizado.
LEITURA DOS REFERENCIAIS
.A mão não pode estar envolvida neste projeto saúde da escola, sair por sair não adianta, é necessário que a escola tenha um projeto pedagógico.
.0 – 2 é mais preocupante o cuidar, por isso a maioria dos grupos não pensou nesta faixa etária para trabalhar.
. Legislação:quando as normas técnicas para a estrutura escolar.
.Quantos mais novas, elas são individualistas, egocêntricas, por isso o professor tem que acompanhar estas crianças, por isso a escola tem que ter salas pequenas, para que possa haver esta observação do professor, neste caso vamos trabalhar a diversidade e individualidade, pois devemos individualizar as tarefas de aprendizagem oferecida as crianças da sala simultaneamente.
.O professor não pode deixar a atenção da sala dissipar.
.O espaço é indiferente , o que faz a diferença é o modo que a atividade vai ser aplicada, porém o referencial diz que o espaço é um fator importante para o desenvolvimento da criança (meu aluno aprende de uma forma e de outra, devido a forma que eu organizo o meu espaço).
.Escola que tem um espaço reservado sem mesa, apenas com almofadas, define o ambiente da interação melhor com as crianças.
SEGURANÇA DO ESPAÇO E DOS MATERIAIS
.Material inadequado para crianças pode causar danos irreversíveis nas crianças acidentadas, geralmente escolas inadequadas ofertam materiais de baixa qualidade, por um exemplo:cadeirinha de plástico que quebra com o peso da criança, pode bater o queixo ao ponto de cortar a língua.
.Desenvolvimento da autonomia esta ligado diretamente ao limite.
.O dinheiro sempre vem em primeiro lugar, e acabam colocando a vida em risco da criança por estar em um lugar errado.
ORGANIZAÇÃO DO TEMPO
.Devemos nos exercitar ao ponto de nos habilitar a organizar teoria e prática de forma de que o tempo seja proveitoso em todo o seu precioso segundo, devemos pensar:
.Quanto tempo irei falar?
.Quantos slides irei fazer?
.Qual o tempo da atividade?
.Qual o tempo da aula?
.Será que haverá tempo de pergunta?